Três Processos criativos que pode utilizar na Organização de Eventos

Ao organizar um evento e ao utilizar a criatividade no processo de gestão e planeamento dos vários tipos de eventos, conseguirá oferecer soluções, ideias, produtos e serviços, que contribuem para um evento de sucesso.

Criatividade nos Eventos

A criatividade nos eventos é, muitas vezes, resultado da necessidade de encontrar soluções para restrições ou limitações a nível de espaços, de orçamento e mesmo de tempo, em que é necessário alcançar-se o mesmo resultado, mas de uma maneira diferente, através de uma abordagem original do problema, de forma sempre a criar na mente dos participantes experiências memoráveis. Deve ser tanto utilizada na produção do evento, mas também resulta noutros domínios, desde a construção de relações sustentáveis com os parceiros até estratégias de crescimento no mercado e de novos modelos de negócio.

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Jaime Lopes

Benefícios da criatividade para as empresas de organização de eventos

  1. Cria soluções para problemas e inova pela diversidade;
  2. Estimula características de coragem, confiança e competitividade na equipa;
  3. Obriga a uma comunicação mais eficaz entre os membros da equipa;
  4. Melhora os processos de inovação da agência;
  5. Elemento diferenciador das agências no mercado;
  6. Contribui para novos modelos de gestão mais inovadores, devido à implementação de metodologias de trabalho mais participativas, que aumentem a contribuição dos trabalhadores;
  7. Melhora a relação com o cliente, mantém a relação com o cliente fidelizado, conquista novos clientes e descobre de novos nichos de mercado.

Processos Criativos

Existem vários processos criativos que podem ser usados em várias áreas de negócio, nomeadamente na área da organização de eventos, devido à sua versatilidade, porque a verdade é que a melhor parte dos processos criativos é que podemos alterá-los para se adequarem aos desafios que nos são propostos. 

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Brainstorming

IDEO considera as sessões de brainstorming muito eficazes quando o objetivo não é uma ideia perfeita, mas, sim, muitas ideias, colaboração e abertura para soluções disruptivas. Apresenta também sete regras que são necessárias cumprir para que o processo criativo funcione entre todos os participantes, como não fazer julgamentos, incentivar ideias loucas, manter o foco no tópico a ser trabalhado na sessão, visualização e, por último, criação em quantidade e em pouco tempo.

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Guia de organização de eventos

Design Thinking 

Design Thinking é explorado por Tim Brown, executive chair da IDEO, pela Standford University e por grandes empresas multinacionais. Este processo, centrado no ser humano/ cliente, tem uma metodologia para resolução de problemas e desafios que ajuda as equipas a encontrar respostas de forma mais empática, inovadora e colaborativa. 

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Interaction Design Foundation

É composto por 5 fases. A primeira, Empatia, é o momento em que nos identificamos e conhecemos exatamente a nossa audiência e as necessidades e desejos desta. A segunda fase vem depois do coletar da informação e das observações feitas na primeira. É agora necessário Definir o problema. Depois desta definição, é o momento de juntar a equipa para a Idealização de soluções, num ambiente colaborativo e encorajador, em que seja dada a todos a hipótese de apresentarem as suas várias propostas. Por último, a Prototipagem e Teste serão sempre duas fases que se adaptarão à área de eventos, pois não é fácil prototipar um evento como um produto tangível, mas podemos sempre recorrer a pequenos testes de engagement e mesmo utilizar os resultados de experiências e soluções já usadas noutros eventos.

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Bonneval Sebastien

A perceção visual é uma das nossas melhores ferramentas e o Lego Serious Play, muito usado atualmente para a prototipagem de eventos, experiências e serviços, ajuda a visualizar as soluções encontradas a partir de uma atividade prática e colaborativa.    

 Não podemos esquecer que este processo nunca será linear e que todas as fases informam as outras, de modo a termos constantes inputs para melhorar a solução necessária.

Design Sprint 

Design Sprint é um processo criativo inventado por Jake Knapp durante os seus anos na Google e na Google Ventures.  É um processo influenciado pelo Design Thinking, com o objetivo de testar ideias em apenas cinco dias, desde a conceção da ideia até à prototipagem e decisão, em que a rapidez ajuda a que a equipa consiga prever o produto acabado e a receção por parte do cliente, antes de se fazer qualquer tipo de grande investimento.

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Interaction Design Foundation

A The House of Events continua a trabalhar em adquirir novas competências para ajudar os nosso clientes a realizar eventos criativos que ficam na memória. 

Não hesite em contactar-nos. Estamos disponíveis para unir sinergias.

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Ana Maria Machado
Com percurso académico em marketing e licenciada em História da Arte, trabalha desde 2017 em turismo MICE, principalmente em viagens de incentivo e reuniões corporativas.